A Brincadeira na Vida da Criança.
Brincar. Uma ação essencial e
significativa na vida da criança e que refletirá muito em sua vida adulta.
Seja
em casa, na escola, sozinhos ou com amigos devemos cultivar esses momentos e
saber que as descobertas do conhecimento e crescimento estão sempre
acompanhadas por brincadeiras, uma forma de alegria e felicidade à fase
infantil. Elas são até mesmo um direito garantido na Declaração dos Direitos da
Criança, que diz: “Toda criança terá o direito a brincar e a divertir-se,
cabendo à sociedade e às autoridades públicas garantir a ela o exercício pleno
desse direito”.
Dá
gosto falar de brincadeiras. Com muito otimismo abrem-se várias possibilidades
e o desenvolvimento de mudanças que trarão novas configurações educativas e
formativas. Deve-se acreditar que a educação, pelas ações e reações propostas
ao brincar, estabelecem resoluções e percepções que atendem aos mais variados
discursos. Entre eles, afirmativamente, está o entendimento sobre as diferenças
e diversidades que encontramos tanto no ambiente escolar como fora dele. Na
brincadeira se descobre, há interações habituais e favoráveis ao
desenvolvimento humano e suas necessidades específicas. E, não estou falando
aqui somente em fatores físicos e biológicos, estes são mais que evidentes e
recomendáveis, são necessários à qualidade de vida e à promoção da saúde. É
fato. Reforço mesmo é a condição de fator social, que almeja valores, trata e
fortalece as necessidades de caráter e cidadania. Aliás, sobre isso não há que
ter discordância, afinal são estas as respostas que esperamos às crianças em
qualquer meio por onde estejam quer que estejam. Desta maneira, seja na escola,
em casa ou em qualquer outro ambiente frequentado, deve-se priorizar a
brincadeira como algo inerente ao desenvolvimento infantil e que estabelece
conexões à formação adulta. Esta aproximação outorga, a qualquer pessoa adulta,
compromisso e um papel decisivo às mais diferentes formas de brincar que
justifique e reconheça este processo como ações formativas e educativas e que estabeleça,
verdadeiramente, sua tal essencialidade. Sem exageros.
Gilberto - 18/04/15.