sábado, 18 de abril de 2015

A BRINCADEIRA NA VIDA DA CRIANÇA

A Brincadeira na Vida da Criança.


             Brincar. Uma ação essencial e significativa na vida da criança e que refletirá muito em sua vida adulta.
            Seja em casa, na escola, sozinhos ou com amigos devemos cultivar esses momentos e saber que as descobertas do conhecimento e crescimento estão sempre acompanhadas por brincadeiras, uma forma de alegria e felicidade à fase infantil. Elas são até mesmo um direito garantido na Declaração dos Direitos da Criança, que diz: “Toda criança terá o direito a brincar e a divertir-se, cabendo à sociedade e às autoridades públicas garantir a ela o exercício pleno desse direito”.
            Dá gosto falar de brincadeiras. Com muito otimismo abrem-se várias possibilidades e o desenvolvimento de mudanças que trarão novas configurações educativas e formativas. Deve-se acreditar que a educação, pelas ações e reações propostas ao brincar, estabelecem resoluções e percepções que atendem aos mais variados discursos. Entre eles, afirmativamente, está o entendimento sobre as diferenças e diversidades que encontramos tanto no ambiente escolar como fora dele. Na brincadeira se descobre, há interações habituais e favoráveis ao desenvolvimento humano e suas necessidades específicas. E, não estou falando aqui somente em fatores físicos e biológicos, estes são mais que evidentes e recomendáveis, são necessários à qualidade de vida e à promoção da saúde. É fato. Reforço mesmo é a condição de fator social, que almeja valores, trata e fortalece as necessidades de caráter e cidadania. Aliás, sobre isso não há que ter discordância, afinal são estas as respostas que esperamos às crianças em qualquer meio por onde estejam quer que estejam. Desta maneira, seja na escola, em casa ou em qualquer outro ambiente frequentado, deve-se priorizar a brincadeira como algo inerente ao desenvolvimento infantil e que estabelece conexões à formação adulta. Esta aproximação outorga, a qualquer pessoa adulta, compromisso e um papel decisivo às mais diferentes formas de brincar que justifique e reconheça este processo como ações formativas e educativas e que estabeleça, verdadeiramente, sua tal essencialidade. Sem exageros.

Gilberto -  18/04/15.

 


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