quinta-feira, 11 de julho de 2013

APRENDIZAGEM


Aprendizagem.


            Interessante o universo da criança. Brincadeiras e interatividade que marcam uma fase da vida e se fazem importantes ao crescimento, tanto cognitivo quanto motor. O prazer em aprender é fantástico.
            Acompanhando certas atividades se nota como este universo é rico e abrangente. Há enorme clareza em momentos de atenção, de buscas e de interesses cada vez mais subjetivos às necessidades infantis. Ah, também tem as peraltices, mas é por meio de todo esse conjunto que se aprende e que se ganha em organização e disciplina, que se consegue caminhar à superação das dificuldades de ensino. Que bom se toda educação fosse vista desta forma, com certeza seria enxergada com mais valor e autonomia. Aliás, a autonomia, é exatamente ela que buscamos na vida, mas só vamos entendê-la se ao menos tentarmos levá-la às pessoas que convivemos e que educamos no dia a dia. Por isso é fato que a educação começa logo cedo. Atentemos a isso.
            Já se foi o tempo que a educação formal se dava puramente em uma sala de aula, com uso de caderno, lápis, caneta, professor e tudo mais. Educação é o agora, é o ambiente, é o compartilhamento. São as novas vivências que transformam, criam e recriam novas pessoas, em qualquer idade. Eis o foco da verdadeira aprendizagem. Claro que tudo tem seu sacrifício e, se existe quem aprende, obviamente há um transmissor. Aqui entra um ponto crucial na educação: ver a criança em formação e que pode ser plenamente orientada e que alcance o sucesso almejado em quaisquer objetivos do ensino.
            Recordação dos tempos da infância. Muitos educadores deveriam voltar a esse passado para que entendessem a atualidade de uma dinâmica que mudou e requer atualização, nem se considera aqui as novas tecnologias ou novas configurações sociais, estes são outros assuntos importantes e que influenciam, demasiadamente, a sociedade. Entenda-se a necessidade de situar o aluno, desde pequeno, no seu mundo e que precisamos urgentemente valorizar esse lado, das diferentes vivências, dos novos significados e do entendimento de valores.
            Ver um sorriso, um choro e o tanto que estes pequeninos dependem de nós, educadores, nos idealiza mais do que adultos, do que professores; simplesmente nos faz formadores de gente que vai crescer e entender melhor o seu meio, a sua realidade e, principalmente o tão esperado e que se tanto se almeja: que os transforme para uma melhor sociedade.

Gilberto - 10/07/13.

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