Aprendizagem.
Interessante o universo da criança.
Brincadeiras e interatividade que marcam uma fase da vida e se fazem
importantes ao crescimento, tanto cognitivo quanto motor. O prazer em aprender
é fantástico.
Acompanhando certas atividades se
nota como este universo é rico e abrangente. Há enorme clareza em momentos de
atenção, de buscas e de interesses cada vez mais subjetivos às necessidades
infantis. Ah, também tem as peraltices, mas é por meio de todo esse conjunto
que se aprende e que se ganha em organização e disciplina, que se consegue
caminhar à superação das dificuldades de ensino. Que bom se toda educação fosse
vista desta forma, com certeza seria enxergada com mais valor e autonomia.
Aliás, a autonomia, é exatamente ela que buscamos na vida, mas só vamos
entendê-la se ao menos tentarmos levá-la às pessoas que convivemos e que educamos
no dia a dia. Por isso é fato que a educação começa logo cedo. Atentemos a
isso.
Já se foi o tempo que a educação
formal se dava puramente em uma sala de aula, com uso de caderno, lápis,
caneta, professor e tudo mais. Educação é o agora, é o ambiente, é o
compartilhamento. São as novas vivências que transformam, criam e recriam novas
pessoas, em qualquer idade. Eis o foco da verdadeira aprendizagem. Claro que
tudo tem seu sacrifício e, se existe quem aprende, obviamente há um transmissor.
Aqui entra um ponto crucial na educação: ver a criança em formação e que pode
ser plenamente orientada e que alcance o sucesso almejado em quaisquer
objetivos do ensino.
Recordação dos tempos da infância.
Muitos educadores deveriam voltar a esse passado para que entendessem a
atualidade de uma dinâmica que mudou e requer atualização, nem se considera
aqui as novas tecnologias ou novas configurações sociais, estes são outros
assuntos importantes e que influenciam, demasiadamente, a sociedade. Entenda-se
a necessidade de situar o aluno, desde pequeno, no seu mundo e que precisamos
urgentemente valorizar esse lado, das diferentes vivências, dos novos
significados e do entendimento de valores.
Ver um sorriso, um choro e o tanto
que estes pequeninos dependem de nós, educadores, nos idealiza mais do que
adultos, do que professores; simplesmente nos faz formadores de gente que vai
crescer e entender melhor o seu meio, a sua realidade e, principalmente o tão
esperado e que se tanto se almeja: que os transforme para uma melhor sociedade.
Gilberto -
10/07/13.
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